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Previdência privada vira opção na reforma


Segurados podem começar a pensar em uma reserva com a modalidade para complementar a aposentadoria


Os segurados que estão preocupados com os rumos que a Previdência irá tomar podem começar a pensar em contratar um plano de previdência privada. O trabalhador deve verificar se a empresa em que atua oferece esse tipo de benefício. Caso contrário, terá de escolher uma instituição financeira.


Para a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada), antes da contratação é importante definir os objetivos de longo prazo que pretende alcançar. Depois, pesquisar se a instituição escolhida tem solidez. Cícero Reis, diretor técnico da KLP e da Buscaprev explica ser necessário ainda verificar as taxas de carregamento e administração. A primeira trata-se de despesas operacionais. Ele explica que se a taxa é de 2% e o investimento é de R$ 1 mil, o valor que vai para o fundo é de R$ 980. A taxa de administração é cobrada pela gestão financeira e é anual. Ele conta que o investidor pode escolher o quanto irá depositar por mês e até colocar uma grana extra quando tiver.


Para o advogado Franco Mauro Russo Brugioni, o brasileiro não tem tanta disciplina financeira para fazer uma poupança e, quando não é obrigatória, não paga. “Alguns investimentos poderiam até ser maiores do que a previdência privada, porém, sem essa disciplina, vale a pena escolher essa modalidade”, opinou.


Professora de direito previdenciário do Mackenzie, Zélia Pierdoná diz que a Previdência Social é um substituidor de renda, já a privada é complementar. Mesmo com mais idade, ela crê que vale pesquisar esse tipo de investimento.


Fonte: Diário de SP


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